Uma coisa é subir o sarrafo das nossas relações, outra coisa é esperar a evolução do outro medida pela sua.
Como se o espaço vago no interior de cada um fosse inundado pela dádiva da entrada e saída fluída desse combinado.
É o florescer da empatia alimentada pelos envolvidos; é o contato consciente de quem está presente.
Encontrar-se neste próximo é também se reconhecer como agente de mudança, nesse outro e em si próprio...
É mais do que ser uma pessoa diplomática, é escolher colocar a escuta no centro com responsabilidade afetiva;
É não se fechar na liberdade aberta sem pensar naquilo que pode blindá-la; é fazer escolhas, ser livre e responsável.